A GRAÇA DE DEUS NOS LIBERTA DO PECADO
Romanos: 6. 1 – 4
Que diremos então? Continuaremos pecando para que a graça aumente? De maneira nenhuma! Nós, os que morremos para o pecado, como podemos continuar vivendo nele? Ou vocês não sabem que todos nós, que fomos batizados em Cristo Jesus, fomos batizados em sua morte? Portanto, fomos sepultados com ele na morte por meio do batismo, a fim de que, assim como Cristo foi ressuscitado dos mortos mediante a glória do Pai, também nós vivamos uma vida nova. 
Paulo em sua Epístola aos Romanos faz um questionamento e complementa com a resposta. Pergunta se devemos continuar vivendo no pecado para que a graça de Deus seja mais abundante e responde dizendo que de maneira nenhuma e complementa afirmando que se já morremos para o pecado não podemos continuar convivendo com ele.
Paulo fala a respeito desse assunto com essa ênfase porque determinadas pessoas, deturpando o seu ensino a respeito da justificação, pregavam justamente isso, que como a graça de Deus era mais abundante que o pecado, então o lógico seria que as pessoas pecassem mais ainda, para que a graça fosse mais abundante e o pior é que, se não bastasse os seus adversários, muitos daqueles que foram convertidos por ele agiam da mesma forma, dando respaldo a essas afirmações absurdas.
Entretanto, Paulo afirma que as pessoas que agiam dessa forma não tinham nenhum conhecimento da graça de Deus, não faziam a menor ideia daquilo que ela podia fazer da vida de um homem.
Infelizmente, através dos séculos, existem sempre pessoas dispostas a defender esse ponto de vista equivocado de que se Deus é amor e sempre disposto a nos conceder o seu perdão, porque, então, não darmos mais motivos para que o seu perdão seja cada vez maior.
A graça de Deus é um favor de Sua parte para com o ser humano que não é merecedor de coisa alguma, tendo em vista ser um pecador por essência e é fruto da misericórdia e bondade do Senhor, ou seja, o homem não pode fazer nada por si mesmo, tudo o que ele é, tudo o que ele tem e tudo o que ele faz é por conta da graça de Deus e é essa graça que nos liberta do pecado.
Sendo assim, não faz o menor sentido a graça de Deus ser um estimulante para que o cristão venha a pecar, como alguns querem nos fazer acreditar.
Paulo, então, continuando em defesa da sua linha de raciocínio, diz para que não esqueçamos que quando fomos batizados, aos descermos nas águas, morremos com Cristo e quando subimos ressuscitamos com Ele para uma nova vida, então a nossa velha natureza pecadora morreu na cruz com Cristo e, desde então, deixamos de ser escravos do pecado, razão pela qual não existe a menor condição de uma pessoa abençoada com a graça de Deus, continuar convivendo como pecador e, pior, se utilizando do erro para conseguir mais graça, isto não faz o menor sentido.
O intuito principal desse artigo é chamar a atenção das pessoas para o fato de que hoje vivemos pela graça de Deus e não pela lei, razão pela qual estamos livres, porém não podemos esquecer que vivemos em um corpo mortal, que é carne, então não podemos nos deixar levar pelos desejos desse corpo mortal e permitir que a nossa natureza pecaminosa venha a nos dominar e venhamos a cometer erros, pois o que Deus espera de nós é que nos entreguemos completamente a Ele, para que sejamos usados por Ele, fazendo o que é correto. Pense nisso e deixe o seu comentário.
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