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O REINO DOS CÉUS É SEMELHANTE A UMA REDE

Mateus 13.47 – 51

Igualmente, o Reino dos céus é semelhante a uma rede lançada ao mar e que apanha toda a qualidade de peixes. E, estando cheia, a puxam para a praia e, assentando-se, apanham para os cestos os bons; os ruins, porém, lançam fora. Assim será na consumação os séculos: virão os anjos e separarão os maus dentre os justos.

O texto nos diz que o Reino dos céus é “semelhante a uma rede lançada ao mar”. Quando os pescadores lançam uma rede ao mar e depois saem puxando, eles trazem todos os tipos de peixes, ou seja, trazem os pequenos, os grandes, os bons, os ruins, os úteis para serem comercializados, os que não servem para este fim. Assim acontece com a Palavra de Deus. Quando Ela é lançada para o povo, alcança todo o tipo de pessoa, não deixando ninguém de fora, isto é, não existe nenhum tipo de discriminação, entretanto, o texto nos diz uma coisa muito importante, assim como os peixes, os bons permanecerão e os ruins serão colocados fora.

Olhando para o texto, a primeira vista, pode parecer que as pessoas ruins não terão nenhuma chance. E é aí que as maravilhas do evangelho entram.

A seleção não é feita pelos pescadores na malha da rede, mas depois que a rede é recolhida. O que estamos querendo dizer? Estamos tentando mostrar  que todos nós teremos chance de nos redimir, uma vez que Jesus tem o poder de resgatar qualquer pessoa, por pior que ela seja.

A rede recolherá, em um primeiro momento, toda a espécie de gente, entretanto, a grande separação somente será feita na” consumação dos séculos”, isto é, no final de todas as coisas.

Se olharmos o contido em Romanos 2.5-8, que diz: “Mas, segundo a tua dureza e teu coração impenitente, entesouras ira para ti no dia da ira e da manifestação do juízo de Deus, o qual recompensará cada um segundo as suas obras, a saber: a vida eterna aos que, com perseverança em fazer o bem, procuram glória, e honra, e incorrupção; mas indignação e ira aos que são contenciosos e desobedientes à verdade e obedientes a iniqüidade”.

Como dissemos acima, todos nós teremos a chance de nos arrepender, de mudar, de nos  redimir frente ao Senhor, no entanto, embora Deus não puna as pessoas de pronto, o Juízo Final é certo. Não temos a menor idéia de quando o julgamento acontecerá, mas não existe nenhuma dúvida, ninguém escapará deste dia, deste encontro derradeiro com o Criador.

O que muitos de nós não percebe, é que Deus,  em sua infinita bondade, retém o Seu julgamento, justamente para que possamos nos endireitar, para que abandonemos o pecado e, então, vamos abusando, achando que é assim mesmo, que está tudo bem e , embora saibamos que estamos no caminho errado, ficamos buscando a aprovação do Senhor para coisas indevidas. Isto jamais acontecerá. Deus não negocia Seus princípios.

É muito importante que seja dito que não seremos condenados pelas coisas que desconhecemos, mas sim pelos procedimentos que demonstramos em relação, justamente, ao que é do nosso conhecimento.

O que precisamos entender é que seremos julgados na proporção do nosso conhecimento, isto é, se conhecemos a Palavra de Deus, será levado em consideração, em nosso julgamento, este fato. Se, por acaso, nunca tivemos contato com a Bíblia, também, não estaremos isentos, uma vez que sabemos  discernir o certo do errado e, sendo assim, seremos pesados de acordo com erros cometidos contra a nossa  consciência.

O Reino de Deus é anunciado, a todo o instante, a todas as pessoas, infelizmente, porém, a grande maioria fica indiferente e permanece em seu posicionamento equivocado, de coração duro, arrogante, recusando-se a ouvir e caminhando lado a lado com o pecado.

Finalizando, como está escrito em Romanos, Deus dará a vida eterna às pessoas que perseverarem em fazer o bem e buscarem  o Senhor, mas fará cair a Sua ira e o seu castigo sobre os egoístas e sobre aqueles que rejeitam o que é justo a fim de seguir o que é mau. A escolha sempre será de cada um de nós.

Por:Marcio Motta

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