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BUSCAI O SENHOR ENQUANTO SE PODE ACHAR

Atos 26. 26 – 28

Porque o rei, diante de quem falo com ousadia, sabe estas coisas, pois não creio que nada disto lhe é oculto; porque isto não se fez em qualquer canto. Crês tu nos profetas, ó rei Agripa? Bem sei que crês.  E disse Agripa a Paulo: Por pouco me queres persuadir a que me faça cristão!  

 BUSCAI O SENHOR ENQUANTO SE PODE ACHAR

Paulo estava preso e o rei Agripa, também conhecido como Herodes Agripa II, lhe diz que ele pode apresentar a sua defesa.

Então Paulo começa dizendo que se sente muito satisfeito com possibilidade de estar naquele lugar  para poder se defender das acusações que os judeus estavam lhe fazendo e faz uma solicitação ao rei para que  tenha paciência em lhe escutar.

Coloca que os judeus sabem a forma como ele vinha levando a sua vida, que desde cedo pertenceu ao partido dos fariseus, o mais rigoroso a respeito da sua religião, e que, por ironia, estava sendo julgado justamente por crer na promessa que Deus tinha feito aos seus antepassados, apesar de todas as tribos pertencentes ao seu povo também acreditarem e volta a enfatizar que o motivo pelo qual está sendo acusado é por ter esperança.

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Continua dizendo que ele mesmo também acreditava que deveria fazer de tudo para impedir o crescimento do cristianismo e agiu assim em Jerusalém, quando recebeu autorização dos chefes dos sacerdotes para prender os seguidores de Jesus e durante os julgamentos também votava contra eles, condenando-os à morte e diz que fez isso durante muito tempo, forçando os cristãos a negar a sua fé, tal era o ódio que tinha por eles.

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Nesse momento Paulo diz que quando viajava para Damasco, justamente levando autorizações e ordens dos chefes dos sacerdotes, acontece uma coisa inesperada, de repente veio do céu uma luz brilhante, ele e todos os seus homens caíram no chão e ele escuta uma voz, em hebraico, chamando pelo seu nome e perguntando o motivo da sua perseguição. Ele conta que imediatamente fez pergunta de quem seria  aquela voz e a resposta foi que era Jesus, aquele que ele estava perseguindo,  e faz a declaração que tinha aparecido para ele, Paulo, porque o tinha escolhido para ser Seu servo e que ele deveria contar a todos aquilo que ele tinha visto naquele dia e anunciar o que viria depois. Diz, também, que o livraria, tanto dos judeus quanto dos outros, e que ele deveria mostrar a todos o caminho da luz, para que pudessem sair da escuridão. Continue lendo o texto…

O PECADO E O PERDÃO

2 Crônicas 33. 12 – 13

E estando ele angustiado, suplicou ao Senhor seu Deus, e humilhou-se muito perante o Deus de seus pais; sim, orou a ele; e Deus se aplacou para com ele, e ouviu-lhe a súplica, e tornou a trazê-lo a Jerusalém, ao seu reino. Então conheceu Manassés  que o Senhor era Deus.

 O PECADO E O PERDÃO

Se nós fôssemos fazer uma relação de pessoas muito ruins, com certeza Manassés estaria entre as primeiras.  Ele tinha doze anos de idade quando foi a rei, e o seu reinado durou cinqüenta e cinco anos.

Ele pecou contra Deus ao seguir os costumes dos povos que  o Senhor já tinha expulsado daquela terra. Edificou, outra vez, lugares para os cultos pagãos, que seu pai Ezequias havia destruído, fez altares para adoração do  deus Baal , construiu postes-ídolos de adoração às estrelas,  fazia rituais de feitiçaria, magia, onde chegou a dar seus em filhos em sacrifício, além de consultar  adivinhos e médiuns, ou seja, se existiu alguém que pecou muito contra Deus foi esse homem de nome Manassés. Ele chegou ao ponto de colocar uma imagem no Templo, o mesmo lugar onde Deus tinha dito a Davi e a Salomão que tinha sido escolhido por Ele para ser adorado para sempre, ou seja, esse homem afrontou a Deus de forma absoluta e levou o povo de Judá a cometer pecados muito piores que aqueles que tinham sido feitos pelos povos que tinham sido expulsos daquele lugar.

Evidentemente o castigo veio, porque, muito embora o Senhor tivesse falado com ele e o povo a respeito daquilo tudo que eles estavam fazendo, não foi ouvido e, por isso, Deus permitiu que o exército assírio invadisse e tomasse aquela terra, sendo Manassés preso e levado para a Babilônia.

Então aconteceu o inesperado. Manassés, durante o seu sofrimento, orou de coração ao Senhor e com muita sinceridade se arrependeu de todos os seus pecados e Deus ouviu a sua oração, feita com muita humildade, e atendeu a sua solicitação, permitindo que ele fosse libertado e voltasse para Jerusalém e retomasse o seu lugar de rei, o que levou àquele homem a declarar que o Senhor era Deus. Continue lendo o texto…

AS PROMESSAS DE DEUS NÃO POSSUEM PRAZO DE VALIDADE

Números 14.24

Porém o meu servo Calebe, porquanto nele houve outro espírito, e perseverou em seguir-me, eu o levarei à terra em que entrou, e a sua semente a possuirá por herança.

 AS PROMESSAS DE DEUS NÃO POSSUEM PRAZO DE VALIDADE

Quando Josué foi dividir a terra prometida ele seguiu a orientação do Senhor de fazê-la por sorte e o resultado desse procedimento tinha a vantagem de ser aceito por todos como uma coisa proveniente de Deus, porque decisões tomadas dessa forma eram consideradas isentas e, sendo assim, qualquer descontentamento ou desconfiança com o processo eram reduzidas ao mínimo, além de colocar em segundo plano a ganância que poderia existir em um momento como este, além do fato de que o direito de todos era respeitado.

Entretanto, Calebe dirigiu-se a Josué e disse que ele sabia o que Moisés lhe tinha dito, em um lugar chamado Cades-Barnéia, a respeito dos dois. Lembra que eles foram enviados para espionar a terra e, na volta, ele tinha dado um relatório verdadeiro e de coração, porém os homens que foram enviados com ele espalharam o medo pelo povo, mas ele tinha obedecido fielmente ao Senhor e, por conta disso, Moisés lhe tinha feito a promessa de que ele e seus filhos seriam dono para sempre de toda a terra que pisassem.

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Ele continuou dizendo que tinha a idade de quarenta anos quando Deus disse estas coisas a Moisés, no tempo em que o povo de Israel estava atravessando o deserto, mas que o Senhor lhe tinha conservado com vida até aquele dia, quando já estava com oitenta e cinco anos, e continuava muito forte, como no dia em que tinha sido mandado para espionar a terra.

Então, ele reivindica o cumprimento da promessa, pedindo aquela região montanhosa que o Senhor lhe tinha prometido, no dia em que ele e seus companheiros deram o relatório a respeito do que tinham visto. Continue lendo o texto…