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O PERIGO DOS NOSSOS JULGAMENTOS

Lucas 6. 36 – 38

Sede misericordiosos, como também é misericordioso vosso Pai. Não julgueis e não sereis julgados; não condeneis e não sereis condenados; perdoai e sereis perdoados; dai  e dar-se-vos-á;  boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos darão; porque com a medida com que tiverdes medido vos medirão também.

 O PERIGO DOS NOSSOS JULGAMENTOS

Uma das coisas que todo o cristão sabe na ponta da língua é que não devemos emitir julgamentos a respeito de outrem, já que seremos julgados  na mesma medida. Entretanto, mesmo sabendo disso, todos nós emitimos juízo sobre tudo, desde as pessoas até as mínimas coisas, e fazemos isto muito bem, com toda a autoridade, sem pedir licença e sem o menor acanhamento.

Isto até tem uma explicação bem lógica, pois na medida em  que temos a capacidade de discernir sobre as coisas, entre o bem e o mal, entre o certo e o errado, acabamos nos colocando a respeito dos assuntos, emitindo opiniões, tomando partidos e, até, nos metendo em assuntos que não nos dizem respeito.

O grande problema é que, na maioria das vezes, fazemos estas coisas pelas motivações equivocadas e, pior, esquecemos de olhar para nós mesmos, pois seres humanos que somos, vivemos fazendo as coisas erradas, também.

A grande verdade é que achamos muito mais fácil observar os erros das outras pessoas e, com a mesma facilidade, sempre achamos um jeitinho de justificar os nossos.

Certa vez ouvi de uma pessoa que os chefes mais exigentes sempre são aqueles que, quando eram funcionários comuns, tinham os piores desempenhos e causavam os maiores problemas, e, infelizmente, em minha vida profissional, pude comprovar esta verdade.

Então, tendo em vista tudo o que foi dito, e com vistas a não cometermos o erro de julgar os outros, devemos nos abster de tomar qualquer posicionamento em coisas que não vão nos afetar, mesmo estando erradas, que não são de nossa conta, que não nos dizem respeito? Continue lendo o texto…

O REINO DOS CÉUS É SEMELHANTE A UMA REDE

Mateus 13.47 – 51

Igualmente, o Reino dos céus é semelhante a uma rede lançada ao mar e que apanha toda a qualidade de peixes. E, estando cheia, a puxam para a praia e, assentando-se, apanham para os cestos os bons; os ruins, porém, lançam fora. Assim será na consumação os séculos: virão os anjos e separarão os maus dentre os justos.

 O REINO DOS CÉUS É SEMELHANTE A UMA REDE

O texto nos diz que o Reino dos céus é “semelhante a uma rede lançada ao mar”. Quando os pescadores lançam uma rede ao mar e depois saem puxando, eles trazem todos os tipos de peixes, ou seja, trazem os pequenos, os grandes, os bons, os ruins, os úteis para serem comercializados, os que não servem para este fim. Assim acontece com a Palavra de Deus. Quando Ela é lançada para o povo, alcança todo o tipo de pessoa, não deixando ninguém de fora, isto é, não existe nenhum tipo de discriminação, entretanto, o texto nos diz uma coisa muito importante, assim como os peixes, os bons permanecerão e os ruins serão colocados fora.

Olhando para o texto, a primeira vista, pode parecer que as pessoas ruins não terão nenhuma chance. E é aí que as maravilhas do evangelho entram. Leia mais…