O CONTROLE DA LÍNGUA
Tiago 3.2
Todos tropeçamos em muitas coisas. Se alguém não tropeça em palavra, esse é homem perfeito, e capaz de refrear também todo o corpo.
O capítulo número três de Tiago fala de sabedoria, de amizade, do hábito de julgar os outros, porém começa com um assunto de suma importância. Começa falando do domínio da língua. Inicia dizendo que todas as pessoas são sujeitas a cometer erros e que aquele que consegue evitar que isso aconteça já se tornou uma pessoa experiente e que adquiriu, ao longo do tempo, o amadurecimento necessário para ter domínio sobre as suas emoções. Faz uma analogia com um navio que, apesar de enfrentar grandes tempestades, grandes tormentas, ter um tamanho fantástico é comandado por uma pequeno artefato chamado de leme, que o guia para onde quem o comanda deseja. E chega ao assunto principal dizendo que o mesmo acontece com a língua, que possui um tamanho pequeno, porém é capaz de fazer grandes façanhas.
Continua fazendo alusão a pequenas coisas que podem produzir grandes desastres, como uma pequena chama que pode incendiar toda uma floresta e faz uma afirmação forte dizendo que a língua é como esse fogo, isto é, pequena como aquela chama, mas poderosa o suficiente para produzir grandes catástrofes e continua afirmando que a língua é um grande foco de maldade, que espalha esse mal por todo o nosso corpo e vai mais longe dizendo que o homem consegue dominar todas as outras criaturas, porém não consegue fazer o mesmo com a sua língua e volta a dar ênfase à sua maldade.
Afirma que o ser humano usa-a tanto para abençoar como para amaldiçoar as pessoas e que alguém pode usar a mesma boca para agradecer e para ofender e faz uma pergunta muito interessante: “Pode a mesma fonte jorrar água doce e amarga?”. Leia o artigo completo…