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O PREÇO PAGO PELO ENTENDIMENTO E A SABEDORIA

Eclesiastes: 1. 16 – 18

Pensei comigo mesmo: Eu me tornei famoso e ultrapassei em sabedoria todos os que governaram Jerusalém antes de mim; de fato adquiri muita sabedoria e conhecimento. Assim eu me esforcei para compreender a sabedoria, bem como a loucura e a insensatez, mas aprendi que isso também é correr atrás do vento.Pois quanto maior a sabedoria maior o sofrimento; e quanto maior o conhecimento, maior o desgosto. 

Salomão chegou  à conclusão que se tornou muito mais sábio que todos aqueles que governaram Jerusalém. Teve a perfeita convicção do que seria a sabedoria e o conhecimento e fez uma comparação com a tolice e a falta de juízo, mas terminou por entender que isso não passava de ilusão, já que acabou  aprendendo que quanto mais sábio se torna o homem  mais aborrecimentos ele tem e mais sofre.

O que Salomão disse nesses versículos pode nos assustar um pouco, na medida em que pode ficar parecendo que não seria nada bom adquirirmos sabedoria e conhecimento, pois acabaríamos por nos aborrecer e sofrer mais por conta disso.

 O PREÇO PAGO PELO ENTENDIMENTO E A SABEDORIA

Entretanto, infelizmente, isso é a pura verdade, já que à proporção que vamos angariando conhecimento e sabedoria, vamos compreendendo algumas coisas que não conseguíamos ver anteriormente, pois estávamos na ignorância, e à proporção que o entendimento vai-nos mostrando as imperfeições, os absurdos, como esse mundo é mal, como a desigualdade é latente, como existem pessoas discriminadas e sem nenhuma perspectiva, como o amor pregado por Cristo está longe de ser alcançado,  passamos a entender e vivenciar as coisas ruins que antes passavam despercebidas.

Sendo assim, precisamos fazer a grande pergunta: “Então é melhor viver na ignorância”? “Não devemos buscar o entendimento e a sabedoria”? É claro que não. Devemos sim buscar cada vez mais nos aprimorar e buscar mais entendimento e sabedoria, porém é preciso que entendamos algumas coisas de suma importância. …Continue lendo o artigo…

O PECADO QUE O DIABO MAIS GOSTA

Gênesis:  3. 2 – 6

Respondeu a mulher à serpente: “Podemos comer do fruto das árvores do jardim, mas Deus disse: ‘Não comam do fruto da árvore que está no meio do jardim, nem toquem nele; do contrário vocês morrerão’ “. Disse a serpente à mulher: “Certamente não morrerão! Deus sabe que, no dia em que dele comerem, seus olhos se abrirão, e vocês serão como Deus, conhecedores do bem e do mal”. Quando a mulher viu que a árvore parecia agradável ao paladar, era atraente aos olhos e, além disso, desejável para dela se obter discernimento, tomou do seu fruto, comeu-o e o deu a seu marido, que comeu também. 

 O PECADO QUE O DIABO MAIS GOSTA

Esses versículos tratam de uma história bastante conhecida. O Diabo, disfarçado de serpente, dirigiu-se à mulher e lhe perguntou se era verdade que Deus lhes tinha proibido de comer as frutas do jardim, ela respondeu que eles podiam comer todas as frutas, exceto a da árvore que ficava no meio do jardim, já que morreriam se fizessem isso.

A cobra argumentou que eles não morreriam coisa alguma e afirmou que Deus tinha falado assim porque sabia que, caso eles fizessem aquilo, os seus olhos se abririam e eles seriam como Deus, já que tomariam conhecimento do bem e do mal.

Leia também: A cobiça que mata

A mulher viu que á arvore era muito bonita e as frutas boas para serem comidas e achou que seria muito bom ter o entendimento, então, pegou a fruta e comeu.

O que estamos vendo muito claramente é a forma de atuação do Diabo, ele não obrigou a mulher a fazer coisa alguma, simplesmente tentou-a usando o artifício de aguçar a sua curiosidade e deixando transparecer que Deus estava sendo egoísta em não querer compartilhar com eles o conhecimento do bem e do mal, ou seja, ele somente sugeriu, a consecução da ação coube a ela. Leia o artigo completo…

A PERCEPÇÃO DO PERIGO

Lucas 20. 1 – 4

Certo dia, quando Jesus estava ensinando o povo no templo e pregando as boas novas, chegaram-se a ele os chefes dos sacerdotes, juntamente com os mestres da lei e os líderes religiosos, e lhe perguntaram: “Com que autoridade estás fazendo estas coisas? Quem te deu esta autoridade? ” Ele respondeu: “Eu também lhes farei uma pergunta: Digam-me: O batismo de João era do céu, ou dos homens? “

 A PERCEPÇÃO DO PERIGO

Diz a Palavra de Deus que, num determinado dia, estava Jesus pregando o Evangelho ao povo, quando ali chegaram alguns líderes religiosos  e perguntaram quem Lhe tinha dado autoridade para estar fazendo aquelas coisas. Jesus respondeu com outra pergunta, qual seja, quem teria dado autoridade a João para batizar, Deus ou as pessoas?

Então os líderes começaram a raciocinar sem saber o que dizer, pois, entendiam que, caso dissessem que foi Deus,  Jesus imediatamente indagaria os motivos pelos quais eles não creram em João e se falassem que foram as pessoas, aquela multidão que ali estava os apedrejaria, uma vez que aquela gente acreditava que João era profeta. Sendo assim, preferiam dizer que não sabiam quem tinha dado autoridade a João para batizar.

À luz dessa resposta dada pelos líderes religiosos, Jesus, então, disse que também não diria com que autoridade Ele fazia aquelas coisas. Leia o artigo completo…