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O PECADO QUE O DIABO MAIS GOSTA

Gênesis:  3. 2 – 6

Respondeu a mulher à serpente: “Podemos comer do fruto das árvores do jardim, mas Deus disse: ‘Não comam do fruto da árvore que está no meio do jardim, nem toquem nele; do contrário vocês morrerão’ “. Disse a serpente à mulher: “Certamente não morrerão! Deus sabe que, no dia em que dele comerem, seus olhos se abrirão, e vocês serão como Deus, conhecedores do bem e do mal”. Quando a mulher viu que a árvore parecia agradável ao paladar, era atraente aos olhos e, além disso, desejável para dela se obter discernimento, tomou do seu fruto, comeu-o e o deu a seu marido, que comeu também. 

 O PECADO QUE O DIABO MAIS GOSTA

Esses versículos tratam de uma história bastante conhecida. O Diabo, disfarçado de serpente, dirigiu-se à mulher e lhe perguntou se era verdade que Deus lhes tinha proibido de comer as frutas do jardim, ela respondeu que eles podiam comer todas as frutas, exceto a da árvore que ficava no meio do jardim, já que morreriam se fizessem isso.

A cobra argumentou que eles não morreriam coisa alguma e afirmou que Deus tinha falado assim porque sabia que, caso eles fizessem aquilo, os seus olhos se abririam e eles seriam como Deus, já que tomariam conhecimento do bem e do mal.

Leia também: A cobiça que mata

A mulher viu que á arvore era muito bonita e as frutas boas para serem comidas e achou que seria muito bom ter o entendimento, então, pegou a fruta e comeu.

O que estamos vendo muito claramente é a forma de atuação do Diabo, ele não obrigou a mulher a fazer coisa alguma, simplesmente tentou-a usando o artifício de aguçar a sua curiosidade e deixando transparecer que Deus estava sendo egoísta em não querer compartilhar com eles o conhecimento do bem e do mal, ou seja, ele somente sugeriu, a consecução da ação coube a ela. Leia o artigo completo…

OS NOSSOS ERROS E AS NOSSAS DESCULPAS

Tiago:  1. 13 – 15

Quando alguém for tentado, jamais deverá dizer: “Estou sendo tentado por Deus”. Pois Deus não pode ser tentado pelo mal, e a ninguém tenta. Cada um, porém, é tentado pela própria cobiça, sendo por esta arrastado e seduzido. Então a cobiça, tendo engravidado, dá à luz o pecado; e o pecado, após ter-se consumado, gera a morte. 

 OS NOSSOS ERROS E AS NOSSAS DESCULPAS

Diz a Palavra de Deus que quando cairmos em tentação não venhamos dizer que isso proveio de Deus, pelo simples fato de que não há como o mal tentar a Deus e o Senhor não tenta quem quer que seja. O que acontece, na verdade, é que os nossos desejos ruins é que nos atrai e engana, fazendo com que o pecado nasça em nossos corações , ali se estabeleça  e acaba nos levando à morte.

Esse texto chama a nossa atenção para uma tendência que temos em desculpar os nossos erros atribuindo culpa a alguém ou mesmo arrumando uma bela explicação para o fato.

A tentação não se transforma em fato consumado de um momento para o outro, muito pelo contrário, ela percorre um caminho muito singular, ou seja, começa como resultado de nossos maus desejos vai se instalando em nosso coração aos poucos e somente se consolidada a partir de nossa permissão, pois existe um tempo em que nos é lícito dar um fim na situação, porém muitos de nós, mesmo percebendo tudo o que está acontecendo, vamos dando condições do erro se perpetuar e se transformar em um caminho sem volta. Leia o artigo completo…

O PERIGO DOS NOSSOS JULGAMENTOS

Lucas 6. 36 – 38

Sede misericordiosos, como também é misericordioso vosso Pai. Não julgueis e não sereis julgados; não condeneis e não sereis condenados; perdoai e sereis perdoados; dai  e dar-se-vos-á;  boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos darão; porque com a medida com que tiverdes medido vos medirão também.

 O PERIGO DOS NOSSOS JULGAMENTOS

Uma das coisas que todo o cristão sabe na ponta da língua é que não devemos emitir julgamentos a respeito de outrem, já que seremos julgados  na mesma medida. Entretanto, mesmo sabendo disso, todos nós emitimos juízo sobre tudo, desde as pessoas até as mínimas coisas, e fazemos isto muito bem, com toda a autoridade, sem pedir licença e sem o menor acanhamento.

Isto até tem uma explicação bem lógica, pois na medida em  que temos a capacidade de discernir sobre as coisas, entre o bem e o mal, entre o certo e o errado, acabamos nos colocando a respeito dos assuntos, emitindo opiniões, tomando partidos e, até, nos metendo em assuntos que não nos dizem respeito.

O grande problema é que, na maioria das vezes, fazemos estas coisas pelas motivações equivocadas e, pior, esquecemos de olhar para nós mesmos, pois seres humanos que somos, vivemos fazendo as coisas erradas, também.

A grande verdade é que achamos muito mais fácil observar os erros das outras pessoas e, com a mesma facilidade, sempre achamos um jeitinho de justificar os nossos.

Certa vez ouvi de uma pessoa que os chefes mais exigentes sempre são aqueles que, quando eram funcionários comuns, tinham os piores desempenhos e causavam os maiores problemas, e, infelizmente, em minha vida profissional, pude comprovar esta verdade.

Então, tendo em vista tudo o que foi dito, e com vistas a não cometermos o erro de julgar os outros, devemos nos abster de tomar qualquer posicionamento em coisas que não vão nos afetar, mesmo estando erradas, que não são de nossa conta, que não nos dizem respeito? Continue lendo o texto…