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DEUS NOS OBSERVA POR INTEIRO

Lucas: 18. 13 – 14

Mas o publicano, estando em pé de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: ó Deus, sê propício a mim, o pecador! Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque todo o que a si mesmo se exaltar será humilhado; mas o que a si mesmo se humilhar será exaltado.

 DEUS NOS OBSERVA POR INTEIRO

 

Há algum tempo escrevemos um texto sobre essa passagem de nome: “Somos humildes ou orgulhosos?”. Nele abordamos o tema orgulho versus humildade, onde procuramos mostrar que o posicionamento arrogante não é compatível com uma relação saudável com Deus. Nesse continuaremos nessa temática, porém sob uma perspectiva diferente, por isso gostaríamos que você, que está lendo esse texto, prestasse a atenção para o constante no versículo tema desse artigo que diz que o publicano  desceu  justificado e o fariseu não e entendesse o motivo pelo qual isso aconteceu.

Essa passagem nos mostra de forma muito clara como Deus olha para nós e como vê os nossos pecados, ou seja, Ele olhou para o fariseu e viu um homem que não era avarento, desonesto, imoral, que fazia jejum duas vezes por semana e fiel no dízimo, já no publicano Ele viu um homem cheio de defeitos, que tinha cometido uma série de erros e que tinha um comportamento completamente do diferente do outro, ou seja, muito pior. Leia o artigo completo…

SOMOS HUMILDES OU ORGULHOSOS?

Lucas 18. 10 – 12

Dois homens subiram ao templo para orar; um fariseu, e o outro publicano. O fariseu, de pé, assim orava consigo mesmo: ó Deus, graças te dou que não sou como os demais homens, roubadores, injustos, adúlteros, nem ainda com este publicano. Jejuo duas vezes na semana, e dou o dízimo de tudo quanto ganho.

 SOMOS HUMILDES OU ORGULHOSOS?

Neste artigo vamos abordar uma passagem por demais conhecida. Jesus, através de uma parábola, conta que dois homens, um fariseu e um cobrador de impostos, entraram no Templo para orar. Diz a Palavra que o fariseu começa as suas orações agradecendo a Deus pelo fato de ele não ser avarento, não ser desonesto, não ser imoral como diversas outras pessoas, continua dizendo que faz jejum duas vezes por semana e que é fiel no dízimo e foi mais além, colocando que agradecia, também, pelo fato de não ser uma pessoa igual aquele cobrador de impostos.

Já o cobrador de impostos, que estava longe, permanecia de cabeça baixa e dizia apenas para que Deus tivesse piedade dele, pois era um pecador e Jesus termina a parábola dizendo que o cobrador de impostos voltaria para casa em paz com o Senhor, entretanto isto não aconteceria com o fariseu, pois aquela pessoa que se engrandece cairá em humilhação e aquele que é humilde será exaltado.

O tema, evidentemente, gira em função de uma pessoa orgulhosa e de outra completamente humilde e é sobre isso que gostaríamos de refletir.

Se reunirmos uma determinada quantidade de pessoas e perguntarmos quem é vaidoso e quem é humilde, temos a plena convicção que a totalidade das pessoas dirá que é humilde. Estarão mentindo? A resposta é que não, na medida em que todas as pessoas, mesmo as cheias de orgulho, se acham humildes, então você deve estar se perguntando como pode ser isso, simplesmente porque as pessoas cheias de orgulho não conseguem perceber que são assim. O orgulho interfere na nossa capacidade de ver as coisas como elas são, prejudicam a nossa visão de bom senso. Continue lendo o texto…