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SETE COISAS QUE DEUS DETESTA

Provérbios: 6. 16 – 19

Estas seis coisas o SENHOR odeia, e a sétima a sua alma abomina: Olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, o coração que maquina pensamentos perversos, pés que se apressam a correr para o mal, a testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia contendas entre irmãos.

  SETE COISAS QUE DEUS DETESTA

O livro de provérbios nos traz uma série de instruções e advertências que nos mostram de forma muito clara o que Deus espera de nós, na medida em que Ele nos orienta e, também, nos coloca as coisas que O aborrecem.

Nos versículos tema desse artigo estão expressas sete ações que são repugnantes ao Senhor e que devemos banir do nosso comportamento, pois não há menor condição de se ter uma relação duradoura com Ele cometendo esses erros, quais sejam: orgulho, mentira, assassinato, conspiração, ânsia por fazer o mal, falso testemunho e incitação à discórdia.

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Olhando para esses sete atos gostaríamos de refletir a respeito da forma como os encaramos e que faz que com que acabemos dando pesos diferentes para cada um deles, levando-nos a classificá-los de forma diferente e, consequente, dando um grau de importância maior para um em detrimento do outro.

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Por exemplo, a grande maioria das pessoas jamais cometeria um assassinato, porque matar uma pessoa é uma coisa abominável e as consequências advindas desse ato seriam terríveis, porém essas mesmas pessoas não ficariam nem muito constrangidas em contar uma mentira, ou seja, acabamos atribuindo um peso maior para o primeiro erro, como o se o segundo pudesse ser cometido. Leia o artigo completo…

DEVEMOS ORAR E NUNCA DESANIMAR

Lucas 18. 3 – 5

Havia também, naquela mesma cidade, uma certa viúva, que ia ter com ele, dizendo: Faze-me justiça contra o meu adversário.  E por algum tempo não quis atendê-la; mas depois disse consigo: Ainda que não temo a Deus, nem respeito os homens,  Todavia, como esta viúva me molesta, hei de fazer-lhe justiça, para que enfim não volte, e me importune muito.

 DEVEMOS ORAR E NUNCA DESANIMAR

Jesus em mais uma de Suas parábolas procura mostrar aos seus discípulos alguns ensinamentos. Ele disse que numa determinada  cidade existia um juiz que não tinha nenhum temor a Deus e, além disso, não nutria nenhum respeito por quem quer que seja.

Neste mesmo lugar morava uma mulher, viúva, que tendo uma demanda pendente sempre o procurava e pedia para ele julgasse a sua causa, pedindo que fosse feita a justiça.

Só que tendo em vista a forma de ser do juiz, ele não dava a menor atenção aos pedidos da mulher e simplesmente não julgava a sua causa e agiu dessa forma durante muito tempo.

Entretanto, a história nos mostra que a viúva não desistiu e continuou a insistir em seu pedido, até que, num determinado dia, aquele homem, simplesmente para não ser mais pressionado pela mulher, resolveu julgar o caso e mais, tomou a decisão de dar ganho de causa para ela, sob a argumentação de que agindo daquela maneira ele não correria o  risco de ela continuar aborrecendo-o, ou seja, ele julgou a favor dela para não ser mais importunado. Leia o artigo completo…

OS NOSSOS PADRÕES DE JULGAMENTOS

Deuteronômio 25. 13 – 16

Na tua bolsa não terás pesos diversos, um grande e um pequeno. Na tua casa não terás dois tipos de efa, um grande e um pequeno. Peso inteiro e justo terás; efa inteiro e justo terás; para que se prolonguem os teus dias na terra que te dará o SENHOR teu Deus. Porque abominação é ao SENHOR teu Deus todo aquele que faz isto, todo aquele que fizer injustiça.

 OS NOSSOS PADRÕES DE JULGAMENTOS

O prazo decorrido entre o início e final do julgamento de Jesus foi de, aproximadamente, dezoito horas. Muito embora tenha sido um prazo pequeno, esse ato teve seis fases distintas que podemos dividir em quando Ele esteve frente a autoridades judaicas e, em seguida, diante de autoridades romanas, tendo em cada uma delas três momentos.

Comecemos pela audiência precedente com Anás. Esse homem tinha o respaldo dos judeus, já que era considerado o sumo sacerdote por eles, apesar de não ter sido indicado pelo governo romano, ou seja, a sua posição era de suma importância no caso.

Em seguida Jesus foi levado à presença de Caifás. Cumpre-nos ressaltar que esse evento foi marcado por uma série de ilegalidades, como o horário em que ocorreu, durante à noite, e  ao fato de ter sido realizado em segredo.

Depois, disso, já pela manhã, Jesus foi levado ao Sinédrio e, ali, setenta componentes daquele lugar fizeram uma reunião com o único objetivo de dar respaldo ao julgamento prévio, ou seja, não havia nenhuma intenção de checar a veracidade dos fatos, e sim dar contornos legais ao  já ocorrido antes.

Entretanto, havia um problema, muito embora a liderança judaica já tivesse condenado Jesus, tendo com pano de fundo aspectos religiosos, eles não poderiam ir além daquele estágio, uma vez que somente o governo romano poderia condenar alguém à morte. Sendo assim, essa liderança foi obrigada a levá-lo Pilatos e foi o que fizeram mediante a acusação de traição e rebelião, e muito embora Pilatos tivesse chegado à conclusão da inocência de Jesus, não teve mão firme preferindo não enfrentar aquela liderança religiosa. Continue lendo o texto…