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SEREMOS JULGADOS POR DEUS NA MESMA MEDIDA QUE JULGAMOS OS OUTROS

Mateus: 7.1 – 3

Não julguem, para que vocês não sejam julgados. Pois da mesma forma que julgarem, vocês serão julgados; e a medida que usarem, também será usada para medir vocês. Por que você repara no cisco que está no olho do seu irmão, e não se dá conta da viga que está em seu próprio olho?

 SEREMOS JULGADOS POR DEUS NA MESMA MEDIDA QUE JULGAMOS OS OUTROS

  

Jesus disse para que não julguemos as outras pessoas, pois seremos julgados na mesma proporção, ou seja, seremos julgados por Deus na mesma medida em que julgamos o nosso próximo.

Entretanto, mesmo a grande maioria das pessoas sabendo disso, continua a exercer o péssimo hábito de ficar avaliando e criticando  o seu semelhante, como se fossem pessoas perfeitas e que possuíssem um comportamento exemplar. “Leia também: O preguiçoso deseja e diligente consegue”.

A grande verdade é que essas pessoas, geralmente, ficam ressaltando determinados defeitos dos outros e se esquecem de olhar para os seus, agindo como indivíduos exemplares quando, muitos deles, trazem dentro de si os mesmos hábitos que criticam nas outras pessoas.

Infelizmente, as coisas não deveriam ser assim, mas são e o ser humano é rápido no gatilho para falar mal de alguém, porém não tem a mesma agilidade para corrigir os seus defeitos, prefere ficar olhando para o lado e não consegue enxergar o caminhão de distorções que existem em seu comportamento. …Continue lendo o texto…

SETE COISAS QUE DEUS DETESTA

Provérbios: 6. 16 – 19

Estas seis coisas o SENHOR odeia, e a sétima a sua alma abomina: Olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, o coração que maquina pensamentos perversos, pés que se apressam a correr para o mal, a testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia contendas entre irmãos.

  SETE COISAS QUE DEUS DETESTA

O livro de provérbios nos traz uma série de instruções e advertências que nos mostram de forma muito clara o que Deus espera de nós, na medida em que Ele nos orienta e, também, nos coloca as coisas que O aborrecem.

Nos versículos tema desse artigo estão expressas sete ações que são repugnantes ao Senhor e que devemos banir do nosso comportamento, pois não há menor condição de se ter uma relação duradoura com Ele cometendo esses erros, quais sejam: orgulho, mentira, assassinato, conspiração, ânsia por fazer o mal, falso testemunho e incitação à discórdia.

Leia também: Deus não aceita suborno

Olhando para esses sete atos gostaríamos de refletir a respeito da forma como os encaramos e que faz que com que acabemos dando pesos diferentes para cada um deles, levando-nos a classificá-los de forma diferente e, consequente, dando um grau de importância maior para um em detrimento do outro.

Considere ler também: Problemas realmente sérios e outros que nem tanto

Por exemplo, a grande maioria das pessoas jamais cometeria um assassinato, porque matar uma pessoa é uma coisa abominável e as consequências advindas desse ato seriam terríveis, porém essas mesmas pessoas não ficariam nem muito constrangidas em contar uma mentira, ou seja, acabamos atribuindo um peso maior para o primeiro erro, como o se o segundo pudesse ser cometido. Leia o artigo completo…

O PERIGO DOS NOSSOS JULGAMENTOS

Lucas 6. 36 – 38

Sede misericordiosos, como também é misericordioso vosso Pai. Não julgueis e não sereis julgados; não condeneis e não sereis condenados; perdoai e sereis perdoados; dai  e dar-se-vos-á;  boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos darão; porque com a medida com que tiverdes medido vos medirão também.

 O PERIGO DOS NOSSOS JULGAMENTOS

Uma das coisas que todo o cristão sabe na ponta da língua é que não devemos emitir julgamentos a respeito de outrem, já que seremos julgados  na mesma medida. Entretanto, mesmo sabendo disso, todos nós emitimos juízo sobre tudo, desde as pessoas até as mínimas coisas, e fazemos isto muito bem, com toda a autoridade, sem pedir licença e sem o menor acanhamento.

Isto até tem uma explicação bem lógica, pois na medida em  que temos a capacidade de discernir sobre as coisas, entre o bem e o mal, entre o certo e o errado, acabamos nos colocando a respeito dos assuntos, emitindo opiniões, tomando partidos e, até, nos metendo em assuntos que não nos dizem respeito.

O grande problema é que, na maioria das vezes, fazemos estas coisas pelas motivações equivocadas e, pior, esquecemos de olhar para nós mesmos, pois seres humanos que somos, vivemos fazendo as coisas erradas, também.

A grande verdade é que achamos muito mais fácil observar os erros das outras pessoas e, com a mesma facilidade, sempre achamos um jeitinho de justificar os nossos.

Certa vez ouvi de uma pessoa que os chefes mais exigentes sempre são aqueles que, quando eram funcionários comuns, tinham os piores desempenhos e causavam os maiores problemas, e, infelizmente, em minha vida profissional, pude comprovar esta verdade.

Então, tendo em vista tudo o que foi dito, e com vistas a não cometermos o erro de julgar os outros, devemos nos abster de tomar qualquer posicionamento em coisas que não vão nos afetar, mesmo estando erradas, que não são de nossa conta, que não nos dizem respeito? Continue lendo o texto…