CUIDADO COM AS PRESSÕES DO MOMENTO
Lucas 23. 20 – 24
Mais uma vez, pois, falou-lhes Pilatos, querendo soltar a Jesus.Eles, porém, bradavam, dizendo: Crucifica-o! crucifica-o! Falou-lhes, então, pela terceira vez: Pois, que mal fez ele? Não achei nele nenhuma culpa digna de morte. Castigá-lo-ei, pois, e o soltarei. Mas eles instavam com grandes brados, pedindo que fosse crucificado. E prevaleceram os seus clamores. Então Pilatos resolveu atender-lhes o pedido.
Diz a Palavra que Pilatos reuniu os chefes dos sacerdotes, os líderes judeus e o povo para dizer que tinha feito diversas perguntas a Jesus e não tinha conseguido encontrar nada que o incriminasse, apesar de eles o terem trazido até ali sob a acusação de estar estimulando o povo a fazer uma revolta. Foi mais além, disse que Herodes também não tinha visto nada contra àquele homem e, por isso, tinha-o mandado de volta. Então, Pilatos continuou falando que mandaria que ele fosse chicoteado e depois o soltaria, já que ele não tinha feito nada para merecer a pena de morte.
Pilatos disse que o soltaria, pois tinha o costume de, na festa da Páscoa, colocar em liberdade algum preso, a pedido do povo. Foi aí que a multidão começou a gritar para soltar Barrabás, que tinha sido preso por ter participado de uma revolta na cidade e por assassinato.
Entretanto, Pilatos que queria soltar Jesus, tornou a se dirigir à multidão, porém continuou ouvindo para crucificar Jesus. Pela terceira vez Pilatos voltou a dizer que não conseguia ver nada naquele homem para que ele merecesse a pena de morte e voltou a dizer que mandaria chicoteá-lo e em seguida o soltaria. Porém a multidão continuou a gritar para que Jesus fosse crucificado e Pilatos cedeu, condenou Jesus à morte e soltou o homem que estava sendo acusado de assassinato, Barrabás.
Pilatos, com certeza, perdeu a grande o oportunidade de ter tomado a maior decisão de sua vida. Teria entrado para a história como aquele que, num ato de coragem e justiça, não permitiu que Jesus Cristo fosse condenado de forma covarde e injusta. Entretanto, entrou como aquele que condenou o Mestre à morte.
Gostaríamos de chamar a atenção para o fato de que ele não conseguiu ver nenhuma culpa em Jesus e, por isso, por três vezes tentou fazer com que o povo mudasse de idéia, mas não conseguindo fez o pior cedeu à pressão, muito embora tivesse o poder de decidir de forma diferente, porém com era político de carreira, não quis desagradar o povo e, em vez de agir segundo a sua consciência, transigiu para não colocar o seu cargo em risco. Continue lendo o artigo…
