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Porque, assim como o corpo sem o espírito está morto, assim também a fé sem obras é morta.
Algumas pessoas fazem certa confusão diante deste versículo, achando que para sermos salvos precisamos estar fazendo alguma coisa, ou seja, seria como uma reciprocidade pelo fato de estarmos praticando boas ações.
O que precisamos entender de uma forma muito clara é que ninguém será salvo como um pagamento pelas suas obras.
Outra coisa muito importante é que determinadas pessoas simplesmente dizem ter fé, porém ao olharmos para as suas vidas, chegamos à conclusão que nada mudou, ou seja, não se tornaram uma nova criatura e como alguém pode dizer isso se os seus comportamentos estão nos mostrando algo totalmente diferente. Continue lendo o artigo…
Jesus olhou e viu os ricos colocando suas contribuições nas caixas de ofertas. Viu também uma viúva pobre colocar duas pequeninas moedas de cobre. E disse: “Afirmo-lhes que esta viúva pobre colocou mais do que todos os outros. Todos esses deram do que lhes sobrava; mas ela, da sua pobreza, deu tudo o que possuía para viver”.
Diz a Palavra de Deus que Jesus se encontrava no pátio do Templo, quando percebeu pessoas ricas colocando dinheiro na caixa de ofertas e, viu também, uma viúva muito pobre que colocou, no mesmo lugar, apenas duas pequenas moedas de pouco valor. Então Ele afirmou que aquela mulher tinha colocado mais que todas as outras pessoas, uma vez que ofertou tudo o que tinha, enquanto os ricos deram o que estava sobrando.
Esta passagem é muito conhecida de todos nós e, com certeza, já ouvimos diversos sermões tendo como base esses versos. Mesmo assim, resolvemos escrever esse artigo, dentro de uma perspectiva que foi colocada em nosso coração.
O texto diz que os ricos estavam dando valores altos, entretanto se tratavam de quantias que não lhe fariam nenhuma falta, pois se tratavam de valores que estavam sobrando, porém o a viúva deu tudo aquilo que tinha o que, com certeza, lhe atingiria na medida em que se tratava de tudo o que tinha para viver e Jesus diz que a oferta mais importante foi a da viúva, a de menor valor.Leia o artigo completo…
Porventura, desvendarás os arcanos de Deus ou penetrarás até à perfeição do Todo-Poderoso? Como as alturas dos céus é a sua sabedoria; que poderás fazer? Mais profunda é ela do que o abismo; que poderás saber? A sua medida é mais longa do que a terra e mais larga do que o mar. Se ele passa, prende a alguém e chama a juízo, que o poderá impedir?
Nos dois artigos anteriores falamos de dois amigos de Jó, Elifaz e Bildade. Neste falaremos de outro, de nome Zofar. Também não sabemos muita coisa a seu respeito. Temos a informação que ele era naamatita, ou seja, de um lugar chamado Naamá, um lugar pequeno, provavelmente situado no território da Arábia Saudita.
Assim como os amigos anteriores, Zofar tinha uma teoria a respeito da nossa relação com Deus. Em sua opinião, Deus estava tão longe do ser humano que se tornava impossível qualquer tipo de relação entre Ele e o homem, em virtude disso, o Senhor não estava nem um pouco incomodado com o sofrimento de Jó.
Em outras palavras, Zofar entendia que o ser humano é tão insignificante, que seria impossível Deus se importar com ele.
Se olharmos para os versículos acima, Zofar está dizendo para Jó: “ Você pensa que pode descobrir os segredos de Deus e conhecer completamente o Todo-Poderoso? O céu não é limite para Deus, mas você não pode chegar até lá; Deus conhece o mundo dos mortos, mas você não conhece. Ele é maior que a terra, mais vasto que o mar. Se Deus passar e prender alguém e o levar para ser julgado, quem o poderá impedir”? E ele continua dizendo: “Deus conhece as pessoas que não valem nada; ele nunca deixa de ver as suas maldades. No dia em que os jumentos selvagens nascerem mansos, as pessoas sem juízo vão ter sabedoria”.
Em última análise, Zofar estava jogando por terra todas as esperanças de Jó, pois, já que Deus estava tão distante , o que poderia fazer pelo patriarca?
Jó, apesar de todo o seu sofrimento, responde a seu amigo que também entende estas coisas e não menos do que ele, e completa dizendo que assim como os ouvidos julgam o valor das palavras, e o paladar prova os alimentos, assim ele escutava o que lhe era dito, mas só aceitava aquilo que achava certo. Continue lendo o texto…