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O EQUILÍBRIO FINANCEIRO

Está muito na moda o termo “educação financeira”, ou seja, a partir do momento que o endividamento das pessoas vem aumentando com o passar dos anos, está-se verificando a necessidade de uma melhor gestão das despesas e receitas pessoais. Sendo assim, bancos, administradoras de cartão de crédito, financeiras  e empresas afins, começaram a se preocupar com esse aspecto.

 O EQUILÍBRIO FINANCEIRO

Na realidade o que todos buscam é o Equilíbrio Financeiro, isto é, os indivíduos consumirem  com responsabilidade e gastando somente aquilo que podem e, dentro desse contexto, cresce a cada dia o número de pessoas que se dedicam à tarefa de ensinar como fazer isso.

Entretanto, o que gostaríamos de deixar bem claro nesse artigo, é que tudo se resume em dois aspectos: O comportamento das pessoas na relação com o dinheiro e a Observação de  alguns preceitos financeiros. Esses dois aspectos é que fazem a grande diferença entre a pessoa endividada e a pessoa equilibrada, todos os demais tópicos são coadjuvantes, esses dois é que são os protagonistas dessa história. Continue lendo o artigo…

O SUCESSO FINANCEIRO É FRUTO DE PLANEJAMENTO

Se você colocar um anúncio na porta de sua casa com os seguintes dizeres: “como resolver as suas dívidas”  ou “como solucionar seus problemas financeiros” ou “como prosperar financeiramente”, temos a firme convicção que a sua residência ficará cheia de gente por conta desses anúncios, pois virão diversas pessoas que acham que essas coisas acontecem por conta de algum milagre ou que existe alguma fórmula mágica para isso.

 O SUCESSO FINANCEIRO É FRUTO DE PLANEJAMENTO

Entretanto, as pessoas que pensam assim estão completamente enganadas, não existe nenhum milagre, nada é por acaso e não existe fórmula mágica, tudo que acontece financeiramente em nossas vidas é fruto de planejamento. E o que é um planejamento? É evidente que existem diversas definições, entretanto ficaremos com essa: “Planejamento é uma ferramenta administrativa que permite perceber a realidade, avaliar os caminhos, construir um referencial futuro, estruturando o trâmite adequado e reavaliar todo o processo a que o planejamento se destina.” (fonte Wikipédia).

Gostaríamos, então, de pegar essa definição e trazê-la especificamente para o nosso foco que é finanças pessoais e para isso vamos pegar o seu significado e dissecá-lo para que possamos entender onde estamos querendo chegar. Leia o artigo completo…

O ENDIVIDAMENTO DAS PESSOAS AUMENTOU

Segundo divulgado pela impressa, a taxa média  de juros para empréstimo pessoal subiu no mês de abril/2011 para 5.6% ao mês. Isto significa um aumento de 0.33%, quando comparado com o mês de dezembro de 2010.

 O ENDIVIDAMENTO DAS PESSOAS AUMENTOU

Existe uma explicação técnica para este episódio. O fato de o governo ter aumentado o depósito compulsório efetuado pelos bancos, ocasionou uma retirada do mercado do montante de R$ 61 bilhões, fazendo com que imediatamente ocorresse uma elevação no custo dos empréstimos. Para você que está lendo este texto entender, o depósito compulsório é o dinheiro que os bancos são obrigados a recolher ao Banco Central, ou seja, este dinheiro não pode circular no mercado, e aí caímos na lei da oferta e procura, com menos dinheiro à disposição e uma demanda aquecida, o seu preço sobe, como qualquer bem de consumo. Com menos arroz para vender e uma procura grande, é claro que você vai pagar mais caro por ele.

O motivo faz parte da série de medidas adotadas pelo governo para conter a inflação, porém este não é o foco do nosso artigo.

O motivo de estarmos escrevendo este texto, são os juros de 5.6% ao mês cobrado pelos bancos, na média, pelo empréstimo pessoal, são os 9.47% ao mês, na média, que incide sobre o cheque especial. Olhe que estamos falando de média, o que significa que existem bancos cobrando mais que isto, ou seja, o absurdo de 12.30% ao mês, isto mesmo, tem banco cobrando este percentual no cheque especial.

Aí lemos que a taxa de inadimplência teve elevação de 8.2% em maio/2011, comparando com abril/2011, e que este é o terceiro mês de aumento consecutivo. É claro, com as taxas nestes patamares não podia ser diferente.

A explicação para esse aumento da inadimplência foram as compras realizada nos dia das mães,  pois as pessoas as fizeram  além da sua capacidade de pagamento, mostrando que o brasileiro continua se endividando, principalmente na compra de bens duráveis, não se importando com o custo do dinheiro. Continue lendo o texto…