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AS PESSOAS ESTÃO VALORIZANDO MAIS O QUE SE TEM EM DETRIMENTO DAQUILO SE É

É melhor obter sabedoria do que ouro! É melhor obter entendimento do que prata!

(Provérbios: 16.16)

Um dia deste compartilhei nas redes sociais o artigo “O importante não é que se tem, mas o que se é” e, para minha surpresa, recebi diversos comentários afirmando ser mentiroso o titulo do referido texto.

As pessoas estão valorizando mais aquilo que se tem em detrimento daquilo que se é

É lógico que respeito à posição das pessoas que fizeram os respectivos comentários, porém pude perceber que eles tinham como referência o comportamento da nossa sociedade de hoje.

“Você deveria ler também: Uma pessoa é respeitada em toda a parte, exceto pelos que lhe conhecem”.

Vivemos um tempo em que, infelizmente, as pessoas estão valorizando muito mais aquilo que se tem, em detrimento daquilo que se é, isto é, o caráter, valores e princípios passaram a ficar em segundo plano.

Se uma pessoa anda bem vestida, é bem articulada, demonstra possuir posses é tratada de uma maneira muito melhor do que aquele que não tem estes “atributos”, inclusive, infelizmente, até dentro das próprias igrejas.

Isto mesmo, até dentro das congregações, por vezes, podemos verificar este tipo de procedimento, a valorização de determinados membros do corpo da igreja simplesmente pelo fato de possuir posses ou alguma posição social mais elevada.

Aliás, o problema é antigo, pois na igreja de Corinto algumas pessoas reivindicavam superioridade espiritual frente às demais, simplesmente pelo fato de possuírem posição social mais elevada, obrigando a Paulo fazer uma intervenção severa contra este tipo de situação.

“Não deixe de ler também: Problemas realmente sérios e outros que nem tanto”.

Entretanto é necessário, e este é o propósito principal deste texto, se fazer uma reflexão séria a respeito deste tema, pois, se não, corremos o sério risco de cometer uma inversão total de valores.

O fato de a sociedade de hoje estar cometendo este total absurdo, não significa que devemos aceitar e, pior, achar isto seja verdadeiro.

“Outro ótimo artigo seria: Você está satisfeito com o que tem?

E este, talvez, esteja sendo o grande problema dos tempos atuais, o homem está se acostumando com coisas com as quais não deveria se habituar, ou seja, passou a conviver com coisas que não são normais, que afrontam a forma como Deus quer que elas sejam.

É o caso do tema da nossa reflexão, valorizar o que se tem em detrimento do que se é, é um comportamento completamente equivocado, mas como a maioria das pessoas faz assim, então a afirmativa correta passou a ser falsa para alguns.

Enquanto continuarmos a aceitar a quebra de determinados valores e ficarmos apenas assistindo, estaremos dando uma enorme contribuição para que princípios que deveriam ser perpétuos caiam por terra e, pior, estamos esquecendo que a nossa família está inserida em todo este contexto.

Pense nisso e deixe o seu comentário.

Por:Marcio Motta

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Comments

JUNIOR Fênix
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“Não é nada fácil tirar uma maioria de uma ilusão ou dissuadi-la, quando esta ilusão é algo que só você ou uma minoria na sua sociedade está conseguindo reconhecer.”
Nesta situação, a minoria paga o pato. O máximo que pode ser feito é deixar sua voz e seu exemplo. Quando isto realmente importa e preocupa, fazemos isto.

Marcio Motta
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Junior agradecemos a sua participação em nosso site.

JUNIOR Fênix
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Eu penso que a valorização do ser é mais importante e é o que mais pode garantir a felicidade das pessoas, ou pelo menos a maioria. Mas parece que a maioria só enxerga isto no longo prazo, depois que vê o que perdeu duvidando disso, deixando de refletir nisso. Já cansei de ver gente que passou por isto. Mas diferenciar o ser sobre o ter não é tão simples quanto parece. Por isso usamos situações que exemplificam a diferença entre valorizar o ser e o ter.
Basicamente, o ser está naquilo que vem de dentro de você, que os outros dificilmente podem tirar de você, que é mais imutável, como por exemplo a personalidade (o jeito de ser), o caráter, suscetibilidade, o conhecimento e a cultura adquirida, a forma de pensar, o nível de inteligência, o comportamento, as capacidades adquiridas e os talentos, essas coisas… Parecem ser coisas mais abstratas.
Já o ter, é bem mais facilmente materializado, como por exemplo, o poder (dinheiro, crédito no banco, bens materiais), a fama, o status social etc.
Se formos analisar isto com profundidade, pode ser que consideramos que boa parte do ter forma outra parte do ser. Você pode ser famoso (ter fama) por causa dos talentos que tem
Isto tudo sem falar daquilo que ainda pode vir a se tornar. Aqui, a personalidade está em jogo novamente, e nos defrontamos com o valor que o ser tem: o seu ser é mais passível de mudanças ou é mais conservador?

Pensar na questão do que é o ser e o ter, bem como na valorização do ser e do ter é muito importante, sem dúvida. Mas tem uma coisa que pode ser mais importante do que isto, principalmente no mundo moderno, corruptível, corrido e caótico que vivemos hoje: os VALORES. É importante termos consciência de quais são realmente os nossos maiores valores. Por exemplo: Deus, esposa, amigos, família, o ser humano, a vida, a saúde, a verdade, a mentira, os bens materiais, a fama, a riqueza, o conhecimento, a sabedoria, os livros, etc. Em nossos relacionamentos, de todo tipo – namoro, casamento, amizade, associação – nos identificamos melhor com as pessoas através dos valores em comum. E é exatamente por isso que eu detesto a mentira acerca desses valores. Hoje isto acontece demais, não é mesmo?
É fácil falar que alguém é mentiroso, sem sequer provar isto. O mais difícil é provar, pelo menos a este alguém, que é mesmo um mentiroso. Quando tentam me desmentir de algo, eu geralmente rebato na ponta da língua se eu não estiver mentindo e estiver seguro do que falei. Se vem dez pessoas ao mesmo tempo falarem que eu menti (são maioria da discussão), o que vai valer e vai me preocupar de fato não é a maioria estar contra, mas sim a maioria me provar que estou mesmo errado, ou despertar dúvida em mim. A maioria tem medo de ser desiludida. E muitas vezes, quando alguma informação tenta desiludi-las, ficam irritada, e tentam se defender, talvez porque a ilusão é gostosa, mas não a desilusão. Quando é assim, parece que o melhor é não tentar de forma alguma desiludi-las, pois elas se sentem “felizes” dessa forma – iludidas. Mas qual o motivo de certas pessoas desejarem despertar aqueles que veem como iludidos? Há pelo menos um bom motivo: Certas pessoas também não estão se sentindo nada bem convivendo com pessoas iludidas, e que só estão colaborando para manter a epidemia da mentira que atordoa aqueles que conhecem mais a verdade. É complicado e até delicado tratar este assunto, porque não é nada fácil tirar uma maioria de uma ilusão, convencendo-as por exemplo de que o prazer não é o valor mais importante em nossas vidas, e sim o verdadeiro amor, e que isto exite sim.

Marcio Motta
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Junior agradeço o seu texto que expressou a sua forma de pensar e não apenas um ponto isolado. A sua participação engrandece o nosso site. Fique com Deus.

Pedro R M Rodrigues
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Excelente reflexão para todos!!!

Palavra Fiel
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Obrigado Pedro pelo seu comentário

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