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O QUE O SENHOR PENSA A NOSSO RESPEITO?

Gênesis 18. 27-28

Disse mais Abraão: Eis que me atrevo a falar ao Senhor, eu que sou pó e cinza. Na hipótese de faltarem cinco para cinqüenta justos, destruirás por isso toda a cidade? Ele respondeu: Não a destruirei se eu achar ali quarenta e cinco.

o que o senhor pensa a nosso respeito

O capítulo 18 de Gênesis narra um episódio que nos convida a uma bela reflexão. O texto começa com a visita de três varões a Abraão, enquanto descansava na sombra durante o calor do dia, ou seja, uma ou duas horas antes ou depois do meio-dia. O primeiro motivo desta visita é a reafirmação da promessa de Deus de um filho, por meio de Sara. ( 18. 1 – 15 ).

“Sugerimos que você leia também: Paciência e perseverança são virtudes fundamentais em nossa vida”.

Entretanto havia outro aspecto da visita dos homens que estava reservado para os ouvidos de Abraão, a apreensão divina com Sodoma e Gomorra.

Clamores de queixa chegavam ao Senhor e indicavam que o pecado se agravara muito naquele lugar. Quando Abraão ouviu falar sobre Sodoma e Gomorra, grande preocupação tomou conta de sua alma, pois ele estava totalmente ciente da residência de Ló, seu sobrinho, próximo a essas cidades.

“Outra ótima leitura para você seria: Somos capazes de manter a alegria em qualquer circunstância da vida?”.

O senso de justiça de Abraão logo se expressou. E começa um dos diálogos mais espetaculares entre o Senhor e um ser humano. Espetacular porque o Senhor se despe de toda a sua autoridade, de toda a sua divindade, de todo o seu poder e se coloca totalmente à disposição do Seu servo, para ouvir suas colocações, a respeito de justiça (Gen 18.23-33).

Olhando para o diálogo entre Deus e Abraão, o tema que salta os olhos é o quão o Senhor é justo, no entanto podemos questionar: Por que o Senhor permitiu que Abraão travasse este diálogo com Ele, sabendo que não existiam nem dez justos naquela cidade? Por que o Senhor não rebateu, de pronto, e disse a Abraão que não seria possível atender à sua solicitação?

A resposta nós vamos encontrar no breve monólogo, registrados nos versículos 17 a 19: “Disse o SENHOR: Ocultarei a Abraão o que estou para fazer, visto que Abraão certamente virá a ser uma grande e poderosa nação, e nele serão benditas todas as nações da terra? Porque eu o escolhi para que ordene a seus filhos e a sua casa depois dele, a fim de que guardem o caminho do SENHOR e pratiquem a justiça e o juízo; para que o SENHOR faça vir sobre Abraão o que tem falado a seu respeito.

“Você não pode deixar de ler também: Quando você tem algum problema procura resolver ou fugir?”.

O Senhor revela a confiança que tinha em Abraão, baseado em avaliação cuidadosa do seu caráter. Podia-se confiar que Abraão ordenaria e ensinaria seus filhos de forma que a vontade divina revelada a ele iria prosseguir nas gerações futuras. Assim, haveria continuidade na justiça, ou seja, fidelidade à Lei que o próprio Deus iria estabelecer.

“Leia também: Não devemos responder o mal com o mal e sim com bondade e perdão”.

A conservação do juízo e a manutenção de relações harmoniosas entre as pessoas, não seria assunto de apenas uma geração. O Senhor queria a continuação desses valores, e Abraão, com seus descendentes, dava a promessa de cumprimento da vontade divina.

O Senhor considerou toda a argumentação de Abraão, tendo em vista o que Ele pensava a seu respeito, como acabamos de ver. Era pelo nível de confiança e pelos planos que tinha para ele. Deus demonstrava certo carinho por Abraão.

E quanto a nós? Que pensamentos o Senhor tem a nosso respeito? O que as nossas atitudes têm levado o Senhor a pensar? Essas são respostas que somente nós as temos, porém o que estamos vendo é que Deus pode ter diálogos diferentes para com as pessoas, dependendo de como Ele as vê.

Ele pode voltar a Sua face para nós permitindo que façamos as nossas petições e até argumentemos, ou conduzamos a conversa como fez com Abraão. Mas se o que Ele está vendo não estiver sendo do Seu agrado, não seremos ouvidos, falaremos ao vento, ficaremos sem resposta, com certeza só nos restará o Seu silêncio.

A escolha é nossa e o que fica bem claro é que Deus estará sempre compromissado conosco, desde que estejamos com Ele.

Não existe a menor possibilidade de acharmos que o Senhor esteja em nossas vidas, a menos que nos esforcemos para andar como Ele andou e ter o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus.

Se as nossas atitudes estiverem de acordo com os Seus preceitos, certamente aumentaremos o nível de confiança dele por nós, a ponto de termos ocasiões como esta de Abraão, de dialogar, apresentar nossos argumentos e sermos aceitos pelo Senhor. Pense nisso e deixe o seu comentário.

Por:Marcio Motta

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Comments

hugo
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comprometimento significa também fidelidade em tempos de provações, certo?

é verdade também que comprometimento implica em proteção
por parte de DEUS?

Marcio Motta
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Hugo estar compromissado com Deus é a melhor atitude que podemos tomar e Ele reconhece isso.

marli
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Tudo, que diz respeito a palavra de Deus.nos traz vida em abundancia fforca para vencer para enfrentar os nossos inimigos confianca fe coragem para viver este mundo dentro do proposito do nosso Deus obrigado

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